Monday, September 7, 2020

"THE ANTIPOD" [further play #04] - Wal'Kira

 Further play #4 - A Antípoda - Episódio especial: Wal'Kira

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Wal'Kira está frente a frente com seu destino. Ela sabe que essa seria a luta final e a vida da sua irmã estava à sua frente. Kire, o jogador havia barganhado com Cthulhu a dominância da sua jovem irmã em troca de seus serviços. O joguete era muito pior do que Kira jamais imaginaria. Tudo que ela sempre sonhara era ter sua irmã de volta e viver feliz pacatamente em algum local distante. Todo o jogo político nunca seduziu a bela feiticeira. No lugar de seu paraíso que tanto sonhara, Kira estava num verdadeiro inferno nas paredes da Tumba da Mãe Serpente. Eis que surge o Emissário para cumprir sua tarefa.

Emissário: "Kira, o mestre jogador e o mestre Cthulhu lhe trazem saudações e lhes apresentam sua irmã, nossa mais nova general na consquista de Calimsham."

Kira: "Maldito! Deixe minha irmã fora disso!"

Emissário: "Não apenas Kire está desgostoso contigo mas, do mesmo modo, seu patrono também. Vou matar você aqui e, dessa forma, me transformarei no senhor supremo do velho antigo!"

Kira: "Tudo que almeja é lamber o chão do demônio e limpar o rabo do jogador, não é mesmo?!"

Emissário: "Vai pagar pela sua insolência. Mas antes terá que lutar com sua irmã. Vai, Wal'Erie, mata esse verme!"

Dessa forma uma luta se inicia e Kira mal pode acreditar nos seus olhos. Sua irmãzinha amada havia se transformado no arauto da morte. Estava completamente dominada e não havia mais nada o que se pudesse fazer. A luta era inevitável. Kira inicia sua contenda tentando libertar sua irmã do domínio do emissário mas nada surtia efeito. Com lágrimas nos olhos em meio ao sangue que escorria de seu corpo, Kira bradava: "Acorda, Wal'Erie! Não me deixa agora! Tú és tudo o que restou" Toda família que tenho!"

Ela sabia que o fim se aproximava com a gargalhada demoníaca do emissário. Wal'Erie, então, defere um ataque mortífero contra o corpo de sua irmã. Era um ataque fácil para a feiticeira naquela altura. Kira já havia passado por inúmeras batalhas para se tornar o que se tornou. Ela conseguiu dominar netheril. A investida de Wal'Erie não era nada para ela. No entanto, Kira havia tomado uma decisão: era melhor morrer ali do que tomar a vida de sua amada irmã. Ela estava disposta a abrir mão de tudo pois ansiava por um segundo de paz no coração. Sua vista escurece e ela caminha para as praias do além-vida...

Cthulhu está com seus calcanhares no pescoço da bela feiticeira, que está no limbo da agonia da morte. Quando tudo parece estar perdido, ela só poderia rezar para que sua passagem fosse tranquila e que os deuses tivessem condescendência por seus crimes do passado. 

Cthulhu: "Chegou vossa hora, Wal'Kira de Calimsham. Vais pagar por teus recentes atos de bondade. Não podes trair o velho antigo".

Kira: "Acaba com isso de uma vez mas pelo menos não serei vosso boneco..."

Cthulhu: "Tudo que fazes de mal fica para o registro no livro dos mortos. Achas que fazer uma ou duas ações boas vão lhe trazer redenção? Tola.... Tudo que fazes fica para sempre no lado negro."

Como um eco distante irrompendo na imensidão do cânion, Lathander surge com sua presença luminosa.

Lathander: "As suas ações boas também são notadas pelos deuses. O pouco de brancura do coração desta mulher também será preservado. Afasta-se desta serva de Lathander, besta do inferno!"

Nessa hora um grande clarão explode na imensidão do além vida de Kira e ela acorda de volta à Tumba da Mãe Serpente para uma última ação. No chão, recuperando suas forças, Kira abre seus olhos inundando de ódio contra o emissário. Ela se coloca de pé cerrando os punhos e dentes amaldiçoando o emissário: "prepara-te, chegou tua hora". O momento decisivo havia chegado.

Wal'Kira concentra uma grande quantidade de energia em seu corpo e percebe que algo havia mudado. Agora metade do seu corpo havia desenvolvido uma ressonância com Lathander e a outra metade havia o feito com o velho antigo. O poder era uma espécie de antípoda que oscilava entre luz e trevas numa força descomunal. Kira havia mudando a constituição do minério netheril de seu cajado e desferia o golpe energético final contra o emissário. Era o fim do lacaio de Cthulhu e o surgimento de um avatar antipodário de luz e trevas: Kira, a antípoda.

Sem demora, Kira pega sua irmã nos braços e vê que ela ainda vivia. Ela sente que os deuses de alguma forma a haviam poupado para trazer equilíbrio a essa situação que se desenlaçava. Era preciso correr para Cormanthor e evitar que Kire tomasse os minérios finais para seu plano de dominação. Dessa forma, a feiticeira parte através de seu portal para a luta final contra Kire, o jogador. E quanto a Calimsham, nunca mais ouviria falar de Kira, a antípoda. 


WAL'ERIE DELADY AL-NAZER

KIRA, A ANTÍPODA




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